Técnica de intervenção pedagógica e terapêutica dirigida à mudança de comportamento nos grupos.
Foi desenvolvida por Jacob Moreno, nos EUA, nos anos 30 do século XX. Partindo da avaliação dos problemas sentidos no passado e no presente da vida de um grupo, tenta chegar a formas adequadas de resolução das situações e conflitos mais delicados. Este processo passa pela dramatização das experiências individuais dos vários elementos do grupo que entram no "jogo da cena". É a vida, a cultura do próprio grupo, que é dramatizada, encenada como teatro, que, no entender de Moreno, permite ao grupo ganhar consciência, como num jogo típico de espelhos, dos problemas que o atravessam e, ao mesmo tempo, reflectir sobre as formas adequadas de intervenção.
A técnica pressupõe cinco tipos de elementos: a cena, o palco que representa a vida, com a particularidade de ser um local onde tudo é possível; os sujeitos/"pacientes" que compõem o grupo, a quem se pede que sejam eles mesmos, que actuem como normalmente o fazem na vida real, expressando livremente os seus sentimentos (elementos do mesmo grupo podem intercambiar os próprios papéis); o sociólogo ou psicólogo na figura de analista e coordenador do grupo; os assistentes do analista, que intervêm, ajudando a clarificar os papéis; e, finalmente, um auditório que simbolize a sociedade onde o grupo vive normalmente e que funcione como espelho dos seus comportamentos.
Como acontece com o psicodrama, a nível individual, parte-se do pressuposto de que, com esta técnica, os grupos tornam as suas normas de comportamento mais flexíveis. Tudo isto porque se assume que os vários sujeitos que compõem o grupo, ao representarem as próprias personagens e "vestindo a pele" de outros, libertam-se do isolamento e tomam consciência das suas atitudes.
O sociodrama foi bastante criticado, por ser redutor, daí que alguns autores tenham sugerido que fosse completado com técnicas da psicanálise. A técnica do sociodrama, juntamente com o psicodrama, é utilizada, na actualidade, como prática de intervenção da psiquiatria, da psicologia clínica, da formação e da consultadoria
Fonte: http://www.infopedia.pt/$sociodrama
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quinta-feira, 24 de junho de 2010
Psicodrama
Psicodrama é uma forma de terapia em grupo em que um dos elementos que constitui o grupo (protagonista) representa o passado, presente ou futuro encarado como problemático. O "teatro dramático" é realizado com a ajuda de um terapeuta (o encenador) que se serve de membros do grupo (público) ou terapeutas auxiliares, para desempenhar os papéis das pessoas significativas do protagonista na dramatização.
Esta técnica foi introduzida por Jacob Levy Moreno, que realizou a primeira sessão psicodramática oficial no dia 1 de Abril de 1921, em Viena de Áustria. Moreno verificou que podia modificar o comportamento das pessoas através do teatro, da representação. Assim, estruturou uma teoria e criou fundamentos para expor, de uma forma científica, uma explicação para as mudanças de comportamento.
Historicamente, o psicodrama marca a passagem do tratamento do indivíduo isolado para o tratamento do indivíduo em grupo e, diferentemente das outras técnicas puramente verbais, faz uso do corpo humano nas suas mais variadas expressões e interacções com outros corpos.
Para a realização do "jogo dramático" é necessário passar por três etapas. A primeira de todas refere-se ao aquecimento, ou seja, ao conjunto de procedimentos que intervêm na preparação da pessoa para a acção. A dramatização, isto é, a acção é a segunda etapa do psicodrama e nela representa-se o que o protagonista propõe. Trata-se de concretizar em actos os pensamentos e as fantasias. Aqui revela-se a espontaneidade do protagonista, a capacidade que uma pessoa tem de adaptar-se adequadamente a novas situações, de dar respostas novas e adequadas a situações mesmo antigas. O exercício da espontaneidade enriquece o indivíduo, permitindo-lhe uma melhor adaptação ao ambiente, por livre vontade e sem imposições que limitem a sua personalidade. A terceira e última etapa é a dos comentários. Nesta parte da sessão, solicita-se a opinião dos participantes (protagonista, técnicos auxiliares e membros do público) em relação à dramatização. Resume-se a um debate da representação de todos e, sobretudo, do tema ou acontecimento em que se baseia a dramatização.
Em relação à sala onde se realiza o psicodrama, não é necessário um ambiente especial, basta um espaço onde as pessoas se possam sentar em círculo, de forma a poderem olhar-se. A representação dramática deve ocorrer num espaço demarcado por giz, num tapete ou num palco com 10 a 20 cm de altura.
O tratamento através desta técnica pode prolongar-se por um ou dois anos, tendo as sessões semanais a duração de uma ou duas horas. Será o tempo suficiente para que o indivíduo modifique a sua forma de estar na vida e, consequentemente, resolva os seus conflitos.
Existem vários tipos de psicodrama. No individual não existe público, ou seja, não há a participação de vários doentes, apenas um doente é colocado no palco a desempenhar papeis. As sessões são mais pequenas do que as realizadas em grupo. É indicado para os doentes com dificuldade em participar num grupo, ou com patologias (doença ou distúrbio) muito graves ou, ainda, com problemas de sensopercepção (por exemplo, cegueira, surdez, etc.).
Esta abordagem terapêutica pode também ser aplicada a um único casal (psicodrama de casal), mas se a tensão entre o mesmo for muito grande, a terapia torna-se impossível de ser realizada com sucesso. São necessárias quatro a oito sessões que ocorrem de quinze em quinze dias. Em regra, quando os casais procuram esta terapia, encontram-se numa situação de muita agressividade e com ideias de separação. Assim, as sessões devem incidir directamente sobre a relação conjugal. Quando se aplica esta técnica a uma família, é imprescindível que todos os membros da família participem nas quatro, cinco ou seis sessões necessárias. Aqui as sessões dão especial relevância ao relacionamento do doente com os restantes membros da família.
O psicodrama público é utilizado quando se pretende divulgar esta técnica em congressos ou em palestras. Precisa-se de um grande número de participantes com pouca ligação entre eles, para participar numa única sessão.
Por último, o sociodrama é a terapêutica dos grupos naturais, ou seja, dos grupos onde todos os elementos que os constituem se conhecem e convivem entre si. Utiliza-se a dramatização para ensinar aptidões sociais, melhorar a forma como os elementos do grupo se relacionam e tornar os temas individuais (as preocupações e os conflitos de cada um) nos temas de discussão do grupo
Fonte: http://www.infopedia.pt/$psicodrama
Esta técnica foi introduzida por Jacob Levy Moreno, que realizou a primeira sessão psicodramática oficial no dia 1 de Abril de 1921, em Viena de Áustria. Moreno verificou que podia modificar o comportamento das pessoas através do teatro, da representação. Assim, estruturou uma teoria e criou fundamentos para expor, de uma forma científica, uma explicação para as mudanças de comportamento.
Historicamente, o psicodrama marca a passagem do tratamento do indivíduo isolado para o tratamento do indivíduo em grupo e, diferentemente das outras técnicas puramente verbais, faz uso do corpo humano nas suas mais variadas expressões e interacções com outros corpos.
Para a realização do "jogo dramático" é necessário passar por três etapas. A primeira de todas refere-se ao aquecimento, ou seja, ao conjunto de procedimentos que intervêm na preparação da pessoa para a acção. A dramatização, isto é, a acção é a segunda etapa do psicodrama e nela representa-se o que o protagonista propõe. Trata-se de concretizar em actos os pensamentos e as fantasias. Aqui revela-se a espontaneidade do protagonista, a capacidade que uma pessoa tem de adaptar-se adequadamente a novas situações, de dar respostas novas e adequadas a situações mesmo antigas. O exercício da espontaneidade enriquece o indivíduo, permitindo-lhe uma melhor adaptação ao ambiente, por livre vontade e sem imposições que limitem a sua personalidade. A terceira e última etapa é a dos comentários. Nesta parte da sessão, solicita-se a opinião dos participantes (protagonista, técnicos auxiliares e membros do público) em relação à dramatização. Resume-se a um debate da representação de todos e, sobretudo, do tema ou acontecimento em que se baseia a dramatização.
Em relação à sala onde se realiza o psicodrama, não é necessário um ambiente especial, basta um espaço onde as pessoas se possam sentar em círculo, de forma a poderem olhar-se. A representação dramática deve ocorrer num espaço demarcado por giz, num tapete ou num palco com 10 a 20 cm de altura.
O tratamento através desta técnica pode prolongar-se por um ou dois anos, tendo as sessões semanais a duração de uma ou duas horas. Será o tempo suficiente para que o indivíduo modifique a sua forma de estar na vida e, consequentemente, resolva os seus conflitos.
Existem vários tipos de psicodrama. No individual não existe público, ou seja, não há a participação de vários doentes, apenas um doente é colocado no palco a desempenhar papeis. As sessões são mais pequenas do que as realizadas em grupo. É indicado para os doentes com dificuldade em participar num grupo, ou com patologias (doença ou distúrbio) muito graves ou, ainda, com problemas de sensopercepção (por exemplo, cegueira, surdez, etc.).
Esta abordagem terapêutica pode também ser aplicada a um único casal (psicodrama de casal), mas se a tensão entre o mesmo for muito grande, a terapia torna-se impossível de ser realizada com sucesso. São necessárias quatro a oito sessões que ocorrem de quinze em quinze dias. Em regra, quando os casais procuram esta terapia, encontram-se numa situação de muita agressividade e com ideias de separação. Assim, as sessões devem incidir directamente sobre a relação conjugal. Quando se aplica esta técnica a uma família, é imprescindível que todos os membros da família participem nas quatro, cinco ou seis sessões necessárias. Aqui as sessões dão especial relevância ao relacionamento do doente com os restantes membros da família.
O psicodrama público é utilizado quando se pretende divulgar esta técnica em congressos ou em palestras. Precisa-se de um grande número de participantes com pouca ligação entre eles, para participar numa única sessão.
Por último, o sociodrama é a terapêutica dos grupos naturais, ou seja, dos grupos onde todos os elementos que os constituem se conhecem e convivem entre si. Utiliza-se a dramatização para ensinar aptidões sociais, melhorar a forma como os elementos do grupo se relacionam e tornar os temas individuais (as preocupações e os conflitos de cada um) nos temas de discussão do grupo
Fonte: http://www.infopedia.pt/$psicodrama
domingo, 6 de junho de 2010
O Grupo
Definição – conjunto limitado de pessoas com objectivos e características comuns que desenvolvem interacções entre si. Têm uma estrutura, duração no tempo, coesão e normas. As pessoas desenvolvem a sua individualidade através da troca de ideias e diálogo, mas o grupo em si pensa e age de forma diferente de qualquer um dos elementos em termos individuais. Cria-se, assim, uma consciência colectiva diferente da soma das consciências individuais. A condição básica para que todos cooperem está na confiança desenvolvida.
Características – estrutura de relações que levam à consciência do grupo; objectivos comuns; amplos níveis de comunicação e interacção; normas aceites por todos com acordos explícitos e implícitos que permite a coerência interna do grupo; coesão de grupo para garantir eficácia do trabalho em grupo, sendo indicativa da situação e grau de maturidade social do grupo; organismo unitário com os interesses do grupo acima dos interesses individuais; existe dinâmica interna, pois o grupo é uma realidade viva (existem conflitos, ajudas, tréguas, amizades, desuniões). As necessidades efectivas influenciam as relações entre os membros do grupo.
Interacção Grupal
Confiança: é necessária no grupo para que haja cooperação dos elementos. Compete ao animador aplicar técnicas de animação, através da comunicação, que contribuam para desenvolver sentimentos de autoconfiança e confiança mútua, de modo a que haja integração e aceitação pelo grupo.
Coesão: é um fenómeno inerente ao funcionamento do grupo que possibilita a união deste. A coesão possibilita que o grupo se mantenha junto, aumenta a confiança e a lealdade, permite a segurança dos seus membros, amplia a satisfação e orgulho de pertença ao grupo, facilita as relações interpessoais e permite o desenvolvimento pessoal e social do indivíduo, permite rapidez e eficiência na concretização de objectivos.
Características – estrutura de relações que levam à consciência do grupo; objectivos comuns; amplos níveis de comunicação e interacção; normas aceites por todos com acordos explícitos e implícitos que permite a coerência interna do grupo; coesão de grupo para garantir eficácia do trabalho em grupo, sendo indicativa da situação e grau de maturidade social do grupo; organismo unitário com os interesses do grupo acima dos interesses individuais; existe dinâmica interna, pois o grupo é uma realidade viva (existem conflitos, ajudas, tréguas, amizades, desuniões). As necessidades efectivas influenciam as relações entre os membros do grupo.
Interacção Grupal
Confiança: é necessária no grupo para que haja cooperação dos elementos. Compete ao animador aplicar técnicas de animação, através da comunicação, que contribuam para desenvolver sentimentos de autoconfiança e confiança mútua, de modo a que haja integração e aceitação pelo grupo.
Coesão: é um fenómeno inerente ao funcionamento do grupo que possibilita a união deste. A coesão possibilita que o grupo se mantenha junto, aumenta a confiança e a lealdade, permite a segurança dos seus membros, amplia a satisfação e orgulho de pertença ao grupo, facilita as relações interpessoais e permite o desenvolvimento pessoal e social do indivíduo, permite rapidez e eficiência na concretização de objectivos.
Liderança
É o processo de conduzir um grupo de pessoas, transformando-o numa equipe que gera resultados. É a habilidade de motivar e influenciar os liderados, de forma ética e positiva, para que contribuam voluntariamente e com entusiasmo para alcançarem os objetivos da equipe e da organização.
Assim, o líder diferencia-se do chefe, que é aquela pessoa encarregada por uma tarefa ou atividade de uma organização e que, para tal, comanda um grupo de pessoas, tendo autoridade de mandar e exigir obediência.
Estilos de Liderança:
Estilo Autoritário: toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados. O líder determina as providências e as técnicas para a execução das tarefas, de modo imprevisível para o grupo. Além da tarefa que cada um deve executar, o líder determina ainda qual o seu companheiro de trabalho. O líder é dominador e pessoal nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada membro.
Estilo Democrático: é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório. Neste tipo de liderança as diretrizes são debatidas e decididas pelo grupo, estimulado e assistido pelo líder. O próprio grupo esboça as providências para atingir o alvo solicitando aconselhamento técnico ao líder quando necessário, passando este a sugerir duas ou mais alternativas para o grupo escolher. As tarefas ganham novas perspectivas com o debate. A divisão das tarefas fica ao critério do próprio grupo e cada membro pode escolher os seus próprios companheiros de trabalho. O líder procura ser um membro normal do grupo. Ele é objetivo e limita-se aos fatos nas suas críticas e elogios.
Estilo Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar". Neste tipo de liderança as pessoas tem mais liberdade na execução dos seus projetos, indicando possivelmente uma equipe madura, auto dirigida e que não necessita de supervisão constante. Por outro lado, a Liderança liberal também pode ser indício de uma liderança negligente e fraca, onde o líder deixa passar falhas e erros sem corrigi-los.
Assim, o líder diferencia-se do chefe, que é aquela pessoa encarregada por uma tarefa ou atividade de uma organização e que, para tal, comanda um grupo de pessoas, tendo autoridade de mandar e exigir obediência.
Estilos de Liderança:
Estilo Autoritário: toma decisões individuais, desconsiderando a opinião dos liderados. O líder determina as providências e as técnicas para a execução das tarefas, de modo imprevisível para o grupo. Além da tarefa que cada um deve executar, o líder determina ainda qual o seu companheiro de trabalho. O líder é dominador e pessoal nos elogios e nas críticas ao trabalho de cada membro.
Estilo Democrático: é voltado para as pessoas e há participação dos liderados no processo decisório. Neste tipo de liderança as diretrizes são debatidas e decididas pelo grupo, estimulado e assistido pelo líder. O próprio grupo esboça as providências para atingir o alvo solicitando aconselhamento técnico ao líder quando necessário, passando este a sugerir duas ou mais alternativas para o grupo escolher. As tarefas ganham novas perspectivas com o debate. A divisão das tarefas fica ao critério do próprio grupo e cada membro pode escolher os seus próprios companheiros de trabalho. O líder procura ser um membro normal do grupo. Ele é objetivo e limita-se aos fatos nas suas críticas e elogios.
Estilo Laissez faire: Laissez-faire é a contração da expressão em língua francesa laissez faire, laissez aller, laissez passer, que significa literalmente "deixai fazer, deixai ir, deixai passar". Neste tipo de liderança as pessoas tem mais liberdade na execução dos seus projetos, indicando possivelmente uma equipe madura, auto dirigida e que não necessita de supervisão constante. Por outro lado, a Liderança liberal também pode ser indício de uma liderança negligente e fraca, onde o líder deixa passar falhas e erros sem corrigi-los.
sábado, 3 de abril de 2010
Conscientização
Dentro dos movimentos comunitários, o que mais se ouve é o termo conscientização, como se fosse uma palavra de fácil percepção e emprego. Na verdade, a conscientização é o processo de fazer com que a comunidade conheça seus direitos e deveres, praticando-os em sua plenitude. Um exemplo típico do emprego desse termo é que, quando se entra com um processo contra alguém, devem-se saber os ganhos do processo, no caso de ser favorável, e as perdas, no caso de ser desfavorável. Nunca se quer perder, em nenhum sentido; por isso, uma comunidade desconscientizada, prefere viver como Deus quiser a reinvidicar os seus direitos. Isto decorre do comodismo ou usurpação de um regime ditatorial.
A conscientização é mais do que saber o que se passa ao seu redor, é acima de tudo um processo histórico e neste sentido coloca FREIRE, Paulo (1980): no acto de responder aos desafios que lhe apresenta o seu contexto de vida, o homem cria-se, realiza-se como sujeito, porque esta resposta exige dele reflexão, crítica, invenção, eleição, decisão, organização, acção,... Todas essas coisas pelas quais se cria a pessoa e que fazem dela um ser não somente adaptado à realidade e aos outros, mas intrigado. É isto que FREIRE, entende por conscientização. É a luta para o homem e descobrir a si próprio, interrogando-se e buscando respostas aos seus desejos e observações.
http://www.eumed.net/libros/2006a/lgs-eps/1c.htm
A conscientização é mais do que saber o que se passa ao seu redor, é acima de tudo um processo histórico e neste sentido coloca FREIRE, Paulo (1980): no acto de responder aos desafios que lhe apresenta o seu contexto de vida, o homem cria-se, realiza-se como sujeito, porque esta resposta exige dele reflexão, crítica, invenção, eleição, decisão, organização, acção,... Todas essas coisas pelas quais se cria a pessoa e que fazem dela um ser não somente adaptado à realidade e aos outros, mas intrigado. É isto que FREIRE, entende por conscientização. É a luta para o homem e descobrir a si próprio, interrogando-se e buscando respostas aos seus desejos e observações.
http://www.eumed.net/libros/2006a/lgs-eps/1c.htm
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